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10 maio 2017

Robert Miles, lendário produtor de trance, morre aos 47 anos

Autor de diversos álbuns, como “Dreamland” (1996), “Organik” (2001) e “Th1rt3en” (2011), o DJ e produtor ítalo-suíço Robert Concina, mais conhecido como Robert Miles, morreu na manhã de ontem, terça-feira (9), vítima de uma doença não especificada. Um ícone do estilo trance, que adquiriu bastante notoriedade na cena eletrônica com a música ‘Children’ – primeiro lugar nas paradas de sucesso em mais de 12 países na década de 90, que lhe rendeu diversos discos de ouro e platina -, Robert Miles se despede do mundo aos 47 anos de idade. Joe T Vannelli, um dos DJs e produtores italianos amigo do Robert Miles, reagiu à notícia sobre a morte do astro alegando estar incrédulo e chateado. “Vou sentir falta das brigas, críticas, julgamentos, mas especialmente do seu talento em encontrar sons e melodias inigualáveis”, disse em comunicado.

05 março 2015

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15 janeiro 2015

Mago dos estúdios, morre o produtor e arranjador Lincoln Olivetti

O produtor e arranjador Lincoln Olivetti, pioneiro no uso de sintetizadores no Brasil e que definiu a sonoridade da música brasileira nos anos 80, com uma aproximação com o pop, derivada da assimilação da disco music e da música negra dos Estados Unidos, morreu na terça-feira (13). A causa da morte não foi divulgada. Chamado de “feiticeiro dos estúdios” e “mago do pop”, ele trabalhou com Martinho da Vila, Gal Costa, Gilberto Gil, Tim Maia, Jorge Benjor, Rita Lee, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ângela Rô Rô, Zizi Possi, Fagner, Wando, Joanna, Emílio Santiago, Zeca Pagodinho, Alcione. Entre os discos que deixou, destaca-se Robson Jorge e Lincoln Olivetti, de 1982. Ele também deixou sua marca em trilhas de novelas da TV Globo como Dancin’ Days (1978), Baila Comigo (1981), Feijão maravilha (1979) e Plumas e Paetês (1980). Um de seus últimos trabalhos foi a direção musical e os arranjos para o The Voice Brasil. Pelo Facebook, o rapper Emicida lamentou a morte do produtor: “Perdemos nessa noite um gênio da música brasileira. Grande mestre Lincon Olivetti. Coração triste. Que a terra lhe seja leve, professor. Obrigado por ter compartilhado essa bênção que foi seu talento conosco nos discos e nesses palcos da vida. Um dia nos encontraremos de novo. #ubuntu”, escreveu. O DJ Marky também prestou sua homenagem: “Triste com a perda de um dos maiores arranjadores e produtores musicais de todos os tempos. Carlos Dafé, Claudia Telles, Painel De Controle, Jorge Ben, Tim Maia, Sandra De Sá, Junior Mendes, Cristina Camargo, Wanda Dias entre outros. O cara por trás do verdadeiro Brazilian Boogie e Brazilian Funk! Vá em paz Mr. Lincoln Olivetti!”, afirmou o DJ e pesquisador. O produtor, que de maneira equivocada foi acusado de ter “pasteurizado” a MPB e passou um tempo no ostracismo nos anos 90, teve sua importância reconhecida por Michael Sullivan.
Já Ed Motta, fã e amigo de Olivetti, escreveu um longo depoimento no Facebook. “Para as minhas convicções sobre música, é o final de uma era, de quando música popular era feita por músico de verdade, de extrema competência”, afirmou. Leia a íntegra: “Eu durmo muito mal sempre, mas essa noite estava especial de dificuldade… Venho olhar a internet, e me deparo com a notícia mais triste dos últimos tempos : Lincoln Olivetti não está mais aqui, foi para outro plano. O cara que formatou a música brasileira no padrão de disciplina gringo, na forma de compor, arranjar, tecnicamente em qualquer sentido etc. Ele merece em homenagem gigante, ser nome de algo que represente acuracidade, competência e futuro. O disco solo dele e do Robson Jorge, é uma referência de que é possível fazer um disco bem gravado MESMO, em qualquer condição, basta dedicação e talento. Tem tanta história bacana sobre o mestre Lincoln, que meu Deus, esse cara sim merecia uma biografia, tem relevância. Eu conheço o Lincoln Olivetti desde criança, na casa da minha tia Maria em Ramos, me lembro dele no final dos anos 70 com Robson Jorge, nos lendários churrascos da família Maia. É gratificante que ele tenha nos últimos anos recebido carinho da geração mais jovem, com homenagens, e o mais importante convites para que ele continuasse exercendo sua sabedoria nos estúdios. Estou muito triste, mas uma força artística como a dele já é parte do todo, é mais do que uma figura de santo, é gigante, é o todo, do copo d’água até o oceano. Muito importante reconhecer, estudar e entender que apesar do Lincoln ser brasileiro, morado a vida inteira aqui, o discurso e referência da música dele não são exatamente “brasileiros” tem volta e meia esse viés muito em conta de alguns convites que eram feitos para trabalhar com artistas mais brasilianistas. Ele ia lá, e de um estúdio no RJ colocava todo mundo num formato realmente internacional, como nunca mais se viu aqui, não por ausência de talento, mas por preguiça, dá trabalho fazer certo no estúdio, execução, timbre etc. A quantidade de vezes que escutei o segundo disco solo dele é absurda, e claro isso desde os anos 80. Tecnicamente a única referência do Brasil que eu sempre tive foi Lincoln Olivetti, o cara que fazia uma “festa no interior” soar igual Earth, Wind & Fire, o cara que fazia os discos ficarem bem gravados, arrancar leite de pedra dos músicos etc. Trabalhamos juntos somente uma vez, talvez pelo respeito que sempre tive, não queria banalizar a presença do mestre. Nessa ocasião em 1996/97 ele me convidou para fazer um disco junto, eu como tenho muita reverência, e sei exatamente como funciona aquilo tudo, preferi respeitar a história, e não me meter a fazer algo que fosse aquém da parceria amalgamada com o também gênio Robson Jorge. Eu espero que o Brasil seja generoso, respeitoso, consciente, e homenageie com dignidade o cara que sabia tirar maior proveito de um estúdio, do talento dos músicos etc. Coisa rara… Depois “a turma” se especializou em adestrar gente sem talento, bandinha de menino rico, e ainda vender disco de ouro ou o que for, tamanha carência intelectual que não é de hoje… Para as minhas convicções sobre música, é o final de uma era, de quando música popular era feita por músico de verdade, de extrema competência. Agora é observar anestesiado, calado, essa geração sonsa, nefasta que momentaneamente comanda o barco… Vai afundar já já, porque não tem capitão, marinheiro, nada… Está tudo relativizado, desafinado, mal tocado, mal feito, mal concebido e ainda por cima sem ambição de nada. Lincoln Olivetti é agora a energia protetora de quem olha a música com honestidade. God bless U master, vc não veio ao planeta a passeio, você realmente fez, e vai ensinar eternamente. RIP.”

12 novembro 2014

DJ DOM PEPE
NELSON MOTA "Fazendo a pista pular feito pipoca, Morro da Urca, 1979" Hoje perdi meu mais antigo e querido amigo. Nos conhecemos aos 8 anos de idade e nunca nos separamos. Além de um pioneiro da discotecagem nas noites cariocas ao lado de Big Boy e Ademir, Dom Pepe era um DJ sensacional – como sabem todos que dançaram e se alegraram com suas músicas no Dancin’ Days, no Noites Cariocas, na Paulicéia Desvairada e no African Bar. Mas sobretudo foi um ser humano raro no afeto, no companheirismo e na alegria. E no talento para viver e fazer amigos. A identidade secreta de Dom Pepe era Luiz Francisco, mas só sua mãe o chamava assim. Rosa era cozinheira na casa de um desembargador vizinho de minha família, num edificiozinho do Bairro Peixoto, e Dom Pepe foi criado pelo desembargador junto com os filhos da casa. Era educado, estudou no Pedro II, falava inglês. Aos 20 anos ficou conhecido em Ipanema como ”Pelé”, e era o discotecário da boate Sucata, de Ricardo Amaral, num tempo em que todo neguinho carioca era chamado de Pelé. Mas logo foi para Londres, onde conviveu intensamente com Julio Bressane, Neville de Almeida, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Hélio Oiticica e outros brazucas exilados. E como “Peleh” não funcionava com os ingleses, ficou conhecido como Dom Pepe. Para sempre. E mais, se casou com uma grega, Anouska, com quem ficou até o fim da vida. Circulou pela Europa inteira fazendo amigos e divertindo as pessoas com seu humor, sua malandragem e seus discos de música brasileira. Nos reencontramos em 1976, quando ele voltou ao Brasil e o chamei para ser o apresentador do festival Som, Sol e Surf, em Saquarema, estrelado por Rita Lee, Raul Seixas e Angela Rorô. E não nos desgrudamos mais. Primeiro na discoteca Dancin’Days, que deve muito do seu sucesso tanto às Frenéticas como ao DJ Dom Pepe, que incendiava a pista com petardos musicais e gritava, às gargalhadas, “ agora você vão pular feito pipoca”. No Noites Cariocas, em 1980, com o fim da disco music, ele lançou com Julio Barroso a “Música Prá Pular Brasileira”, fazendo a pista ferver só com discos de artistas brasileiros de rock, samba, frevo, samba-rock, baião, Rita Lee, Tim Maia, Pepeu Gomes, Zé Ramalho, Banda Black Rio, não ficavam devendo nada às melhores pistas do mundo – como sabem os muitos gringos que subiam ao Morro da Urca e pulavam feito pipoca. Em 1982, Dom Pepe foi à Copa do Mundo na Espanha e se tornou personagem de meu livro “Resenha esportiva”, com nossas aventuras em Sevilha e Barcelona, registrando suas incontáveis tiradas que provocavam gargalhadas em várias línguas. Depois de discotecar mil e uma noites no Morro da Urca, misturando seu som com o de Lulu Santos, Paralamas, Titãs, Barão Vermelho, Blitz, Gang 90 e as Absurdettes e mais de 150 bandas de rock dos anos 80, Dom Pepe foi passar uma temporada em Roma, onde já estávamos eu e Euclydes Marinho, e vivemos seis meses de algo muito próximo da felicidade plena e fugaz na Cidade Eterna. Comendo, bebendo, rindo, fumando haxixe, nos divertindo com os italianos e passeando pelas ruas de Roma falando da vida e da arte e da beleza que nos rodeavam dia e noite. Como irmãos. Ao longo de 62 anos, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, nos sucessos e nos fracassos, nas paixões correspondidas e nas dores de corno, nos momentos de glória e nas rebordosas monumentais, nas grandes jogadas e nas roubadas, estive mais próximo de Dom Pepe do que de minhas irmãs de sangue, foi um irmão por escolha que me ensinou muito da vida, da música e da amizade. Nossa aventura seguinte foi o African Bar, em 1987, uma ideia dele baseado, e bota baseado nisso, numa boatezinha africana que viu em Roma. Era uma casinha de dois andares no Leblon, que tinha um piano bar com Johnny Alf ( ! ) no térreo e no andar de cima uma pista de dança com Dom Pepe lançando a novidade do samba-reggae do Olodum e da Banda Reflexus, o novos sons afro que vinham da Bahia, e mais: com quatro percussionistas tocando ao vivo junto com o disco. A pista explodia. Nossa ultima temporada na noite foi em 1990, com o Mamma Africa, no Morro da Urca, outra ideia dele, que era uma versão de massa do African Bar, com tudo aumentado, doze percussionistas tocando ao vivo com o som de Dom Pepe e grandes shows de artistas com pegada afro-brasileira. Com sua inteligencia, sua simpatia e seu humor, Dom Pepe era um príncipe da malandragem carioca, exímio dançarino e marrento vocacional, que passou a vida alegrando as pessoas e fazendo amigos de todos os sexos e gerações. Se dava bem em qualquer ambiente, de favelas as coberturas da Vieira Souto, mas seu habitat natural era o Arpoador, onde pediu que suas cinzas fossem jogadas ao vento e ao mar. Hoje Dom Pepe se foi, em silencio. Mas toda a música e alegria que ele espalhou durante 30 anos vive nas melhores memórias de todos que ele fez pular feito pipoca. Adeus, bróder, obrigado por tudo. "NELSON MOTA"..

30 agosto 2012

Os Trapalhões - Didi, Dedé, Mussum e Zacarias: Mussum

Os Trapalhões - Didi, Dedé, Mussum e Zacarias: Mussum: Antônio Carlos Bernardes Gomes nasceu em 7 de abril de 1941, no morro da Cachoeirinha, no Lins de Vasconcelos, subúrbio do Rio de Janeiro. D...

FMS PAULISTAS

Fms paulistas.
Nova FM Brasil, 89,7 MHz (1977) - Em seus primeiros tempos, a rádio se chamou originalmente FM Record e pertencia à emissora de tv de mesmo nome. Até 89 a rádio tinha uma programação voltada para o público adulto. Posteriormente, foi vendida a uma empresa campineira ligada ao ex-governador Orestes Quércia, e virou a Nova FM Record e depois Nova FM, tendo uma programação produzida por vários DJs de casas noturnas paulistana que tocavam dance music. A emissora mudou de estilo em 95, voltando a apostar no segmento adulto contemporâneo para concorrer com a Antena 1 e Alpha, líderes no gênero. Recentemente, com a saída da Musical FM do ar, resolveram apostar exclusivamente em MPB, mantendo-se assim até o momento.









energia 97fm-Quem diria que um dia uma das emissoras que disputa o público fissurado em dance music moderna e afins, já tocou muito heavy metal, punk, progressivo, etc.. e outrora tornara-se um dos ícones do rock tupiniquim. Foi praticamente uma versão paulista da Fluminense FM: pertencia a um grupo de comunicação regional (Rádio ABC, de Santo André), seus estúdios e transmissores ficavam fora da capital (no alto da Avenida Gilda, também em Santo André, na divisa com São Bernardo) e não pegavam bem em vários bairros de São Paulo (em especial, aqueles que ficam longe do Grande ABC). O que não a impediu de disputar a audiência com a recém chegada 89 FM. Em 91, ela se transferiu para um prédio na avenida Doutor Arnaldo - entre a Paulista e o alto do Sumaré. Reforçou seu time de apresentadores, mas, a exemplo da Maldita carioca, foi detonada em setembro de 1994 para dar lugar a Hot nine seven, com outra filosofia, outra programação.